Biomassa da Banana Verde

Biomassa da Banana Verde


Você já escutou falar na biomassa da banana verde? Sabia que é bom para o controle do diabetes? Não? Então, vai uma dica bem importante!

É uma preparação feita com a banana bem verde, super simples, barato e saudável especialmente para os diabéticos e quem deseja emagrecer.

Considerada um alimento funcional, ou seja, é um alimento que é capaz de produzir efeitos metabólicos, fisiológicos e benéficos à saúde quando introduzido na alimentação, além de suas funções nutricionais básicas.

Outro ponto importante é que recomendado pela Sociedade Brasileira de Diabetes, o que fornece segurança a nós, diabéticos.

O motivo principal para ser considerada um super alimento é a presença do amido (carboidrato) resistente, que não é digerido e nem absorvido no intestino delgado, e tem função semelhante a fibra. Logo, lentifica a absorção de açúcar e gorduras, além de aumentar a sensação de saciedade, o que contribui para o controle glicêmico e o processo de emagrecimento.

Como é feito de banana, tem alto teor de minerais, potássio, fósforo e cálcio, e vitaminas como A, do complexo B. Vitaminas e minerais importantes no controle do diabetes.

Por não ter glúten, é uma boa opção para quem tem doença celíaca, e serve de base para várias receitas.

Pode e deve ser adicionada tanto em preparações salgadas e doces. Vale ressaltar que a biomassa de banana verde, não altera o sabor dos alimentos, podendo ser consumida em diferentes preparações.

 

ARTIGOS CIENTÍFICOS:

Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes: 2014-2015/Sociedade Brasileira de Diabetes. São Paulo: AC Farmacêutica, 2015.

Zandonadi, R. Massa de banana verde: uma alternativa para exclusão do glúten. 106 f.Tese (Doutorado)- Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade de Brasília, Brasília, 2009.

Cardenette, G. Produtos derivados de banana verde e sua influência na tolerância à glicose e fermentação colônica.174 f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.

Sajilata MG, Singhal RS, Kulkarni PR. Resistant tarch – a review. Comprehensive Reviews in Food Science and Food Safety, 2006;5:1-17.

The National Academy of Sciences, 2002. Dietary Reference Intakes (DRI) for Energy, carbohydrates, Fiber, fat, protein and aminoacids (macronutrients),2002. Washington DC: The National Academies Press, Food and Nutrition Board (FNB), 2005. 1331 p.

Lajolo, FM et al. Dietary fiber and resistant starch intake in Brazil. Recommendation and  actual consumption paterns. Food Science Tecnology, v.113, p.845-858, 2001.

Menezes, EW et al. Perfil de ingestão de fibra alimentar e amido resistente pela população brasileira nas últimas 3 décadas. In: Lajolo FM et al. Fibra Dietética em Iberoamerica: tecnologia y salud. Obtencion, caracterizacion, efecto fisiológico y aplicacion en alimentos. Proyecto CYTED XI.6. “Obtencion e caractezacion de fibra dietética para su aplicacion em regimenes especiales”. /CNPq. São Paulo: Editora Varella, 2001. P.433-444.

Muir, JG et al. Food processing and maize variety affects amount of starch escaping digestion in the small intestine. Am Journal Clinical Nutrition, v.61, p.82-89, 1995.


 

Receita: Biomassa de Banana Verde

Ingredientes:

– 1 penca de banana bem verde

Modo de preparo:

– Corte as bananas verdes pela ponta sem deixar aparecer a polpa.

– Lave-as com casca, uma a uma, utilizando esponja com água e sabão e enxague bem;

– Ferva água suficiente para cobrir as bananas em uma panela de pressão de 7 litros. Coloque as bananas com casca na água fervente (para criar choque térmico);

– Tampe a panela e conte 10 minutos a partir do início da pressão da panela;

– Desligue e deixe as bananas cozinhando até o vapor escapar;

– Reserve a água do cozimento da banana;

– Vá aos poucos tirando a casca da polpa com auxílio de um garfo;

– Passe a polpa com um pouco de água do cozimento no processador/liquidificador até ficar homogêneo.

– Se não for utilizar imediatamente, guarde em geladeira (até 1 semana) ou congele por 1 mês em vasilhas de vidro ou na vasilha de gelo (plástico duro e novo, sem ranhuras para não haver contaminação de derivados de plástico ou microorganismos).

 

 

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