Confraternizando a vida!

Confraternizando a vida!


Ontem, sem sombra de dúvidas eu participei de um dos melhores momentos da minha história de vida com o diabetes.

Nossa Pablo e tendo diabetes isso é possível? Sim e digo a vocês que todos os dias eu luto, insisto e persisto por isso. Na verdade, lá atrás o Eu e a Bete só teve início graças a esse pensamento.

E por meio da Bete, muitas coisas ocorreram e certamente, o Doce Picnic realizado ontem, na Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro, me marcou pra sempre.

Para isso acontecer, não bastava o fato de uma pessoa desejar isto, mas sim, um grupo de pessoas empenhadas em realizar uma grande confraternização, reunindo amigos e familiares, dispostos a fazer um domingo diferente, que talvez para os olhos dos outros, sejam pessoas diferentes, por usarem seringas, canetas perfurantes e bombas de insulina.

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Mas ali não haviam diferenças e quem talvez pudesse de perto ou de longe julgar isso, viu pessoas idênticas, dividindo situações comuns, falando de números, carboidratos e suas vidas de hipos, hiper e de Betes.

Vi jovens, esquecendo os celulares, conversando, jogando bola, correndo, brincando, pulando e opa! Fazendo isso tudo, sem medo, felizes e nisso tudo, dava espaço de lembrar do diabetes? Sim, mas por um instante se haviam problemas neste quesito, não foram lembrados.

Teve troca, ajuda, eu me esgoelando, buscando quem tinha uma Lantus, uma tira, uma lanceta e no final todos ali, felizes, porquê de algum modo, saíram dali completos, não só de insumos, mas de amor.

As Bias (Kdvcs pra foto? rs), conheci ainda mais essas meninas que hoje eu admiro ainda mais, tenho um imenso carinho e respeito. Elas fazem de sua vida um diário do mais profundo amor para quem as acompanham em suas páginas, se aproximem e se espelhem ser Biabéticas felizes, convivendo com o diabetes.

E teve ele, Wilian, que somado a esse time, fez mais que 2 amigos e diabetes. Foi a grande soma neste conjunto de amigos com sorriso no rosto e muita disposição.

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E claro, tantos outros que foram chegando e falando que iam fazer isso, aquilo, ajudar, participar e o que pudesse fariam para aquele dia se tornar inesquecível. E foi inesquecível!

Obrigado Sarah, Sheila, Ligia, Dilma e outros que multiplicaram tudo aquilo que foi planejado com muito afeto.

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Não esquecendo das minhas queridas auxiliadoras Marcella e Silvana. Vocês são excepcionais não só por isso, mas por tudo que representam pra mim.

Opa, nesse conjunto tem o meu pilar, aquela que fez eu entender que não deveria desistir de tudo e continuar sendo o Pablo com a Bete. Minha insulina do amor, obrigado por estar sempre ao meu lado Érica.

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Bem, então esse foi mais um capítulo, um doce piquenique. Que mostra que não somos diferentes por conta do diabetes, mas pela diferença disso não nos limitar para a vida. 

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Aliás, a Bete continuará me motivando a escrever tantas outras histórias como essa. E que venham outros doces picnics!

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