Diabetes? Só Deus sabe!

Diabetes? Só Deus sabe!


Oi pessoal!

Ontem foi um dia de mais uma vez a população exercer o seu poder democrático. Será?

Participei das eleições como Presidente de seção eleitora e observei muitas coisas que me assustam como cidadão brasileiro.

Afirmo minha opinião que o voto não deveria ser obrigatório. Até porque, de 380 eleitoras que haviam no local que presidia, apenas 280 estiveram presentes e além disso, recebi mais de 30 justificativas de voto.

Dos que ali participaram, muitos anularam, votaram em branco,votaram errado, pois se confundiram na ordem que aparecia na urna o candidato para vereador/prefeito e alguns agiram de forma desonesta, deixando inclusive seus “santinhos” dentro da cabine para induzir outros eleitores.

Olha que isso é um pequeno resumo do que presenciei, mas vamos lá, mais 4 anos pela frente e quem sabe acreditar em um novo momento político. Será? Desejo que sim.

Falando sobre diabetes, parece que este assunto me segue. Não pelo fato de eu comentar sobre, nem ao menos do meu “radinho” exposto no bolso. Mas de sempre, receber algum caso, de alguma pessoa com a Bete.

Ontem um episódio me chamou a atenção. Chegou uma senhora, passando muito mal, com as mãos tremendo bastante. E disse:

“Me ajude meu filho, não estou me sentindo bem, com as mãos tremendo, por conta do diabetes.”

Alerta ligado e vamos a pergunta:

“A senhora já verificou como está a sua glicose agora?”

E ouço o seguinte:

“Diabetes meu filho? Só Deus sabe como está!”

E lá foi ela votar. Ainda falei mais algumas coisas, porém ela se foi e não sei até quando Deus irá ajudá-la com o diabetes.

E assim como esta senhora, tantos outros casos como esse acontecem e por meio destes, aquelas frases que detestamos ouvir como “Fulano morreu de diabetes, minha avó amputou não sei o que…” e tantas outras se repetem.

Fico pensando até quando o diabetes e tantas outras doenças não serão prioridades na vida das pessoas. Talvez por falta de informação, por descaso, prioridade ou falta de opção?

É muito complicado avaliar tudo isso, julgar ou identificar a solução. Acho que podemos ajudar, mas precisamos que as pessoas pensem em mudar também.

Então não é apenas na política que a saúde necessita de prioridade, mas principalmente na vida das pessoas.

Que tal iniciar a mudança ainda hoje?

A sua vida tem prioridade junto com a sua Bete.

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