Mãe não fica com dor. Hoje tem Eu e a Bete

Mãe não fica com dor. Hoje tem Eu e a Bete


“Mãe não fica com dor. Hoje tem Eu e a Bete.” – Maria Clara, 7 anos.

Tem certos dias difíceis ao lado da Bete, momentos que você reflete se faz sentido este presente de grego que a vida lhe deu.

Dias turvos, tristes, amargos, mesmo tendo um excesso de açúcar percorrendo em suas veias. Falta motivação, vigor, alegria e disposição para seguir.

Eu poderia continuar com uma série de lamentos e até reforçar isso com minha insatisfação que de um gesto tão nobre, poderia ter se transformado em um enorme aborrecimento. (Ahhhh Correios!)

Mas estas amarguras não podem representar a felicidade ao receber palavras como essa, da Maria Clara, filha da Luciana, onde elas, sem mesmo eu conhecer pessoalmente, já fazem parte da minha vida.

Segundo a Luciana, a Maria Clara assiste a todas as transmissões ao vivo e acompanha cada publicação da página.

Bem, eu perguntava acima o sentido deste presente grego ao ter me tornado diabético, mas a resposta vem assim, ao compreender como nestes casos, que o diabetes acabou sendo um desafio pessoal diário, mas tem hoje uma missão de reunir pessoas, fazer amigos e formar uma família que respeita o sentimento de cada um. Que através de uma página como essa, pessoas participam, leem histórias como a minha, geram opiniões e conseguem ser capazes de receber um pouco de conhecimento sobre a Bete.

Vou continuar assim, sendo grato, sem pedir nada em troca, mas ganhando presentes como a filha da Luciana e o presente que você sabe o quanto sou grato por ter ganho.

Ilustro este texto, com a princesa Maria Clara, com autorização de sua mãe pâncreas.

Para vocês um enorme beijo no coração.

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